Skip to content

O mundo online não tem muito sentido na vida real

terça-feira, 6 dezembro, 2011

Vi no Passinho e lembrei da @Jamah_ quando assisti. #tenso

Anúncios

Gratidão de uma criança

terça-feira, 6 dezembro, 2011

A Cris Guerra e o músico Sérgio Moreira criaram um jingle para o Fundo Cristão para Crianças, agora chamado de ChildFund Brasil – Fundo para Crianças.

A música foi gravada com 15 crianças do coral Pequenos Cantores da Serra, da organização social CEPEP. É um agradecimento das crianças aos seus padrinhos por tudo o que eles são capazes de mudar na vida delas.

Clique aqui e acompanhe a letra:

Quando eu crescer / muita alegria eu vou ter

Quando eu crescer / vou me lembrar de você

das nossas cartas / seu exemplo de carinho

Sei que vou ser mais feliz / porque não estou sozinho

Que bom é ser / importante pra você

Que bom é ter / incentivo pra crescer

E sei que sempre / vou te agradecer

Quando eu crescer / quero ser que nem você

Quando eu crescer quero ser que nem você

Apadrinhe uma criança do ChildFund Brasil – Fundo para Crianças.

 

Na casa dos trinta

terça-feira, 6 dezembro, 2011
tags:

Menina não pode é ótimo!

Colheita feliz

domingo, 4 dezembro, 2011

Os muppets estão de volta às telonas

sexta-feira, 2 dezembro, 2011
tags: ,

Vi aqui

Sem exigências

quarta-feira, 16 novembro, 2011

Aprendi que não amo a cor dos olhos, e sim o olhar.
Não amo a brancura dos dentes e sim o sorriso.
Não amo o contorno dos lábios, amo os beijos.

Não amo o formato dos braços, amo o abraço.
Não amo o alongado dos dedos, e sim as carícias que eles fazem.
Não amo as pernas, amo o andar.
Não amo os músculos do peito, amo o aconchego.

E que bom não seja isto uma escultura, seja apenas um poema à toa. Porque eu não amo um corpo, eu amo uma pessoa!

Adaptações de um autor desconhecido

Keep walking

quarta-feira, 26 outubro, 2011

 

“No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra.
Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.
Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.
Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?”.
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.
Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”.
Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.
Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.
Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.
Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá”.

Johnnie Walker